Bem, o título do último post ficou sem explicação... Mas aí vem o porquê. Buenos Aires tem um ar europeu, sim, assim como Montevidéo, Havana... Mas a sujeira na rua não trai o traço latino! Ruas imundas... Como São Paulo!
Entretanto, com um café a cada esquina, podemos ver os portenhos lendo seu jornal e tomando seu café com medialunas - um tipo de croissant, típico - serido sempre com um copinho de água ao lado. Cafés excelentemente bem tirados, diga-se de passagem. E garçons empertigados, por todos os lados. E os cafés ou confiterias tem nomes Paris, Gardel, Piazolla, Espana, e por aí vai... Paris seria aqui se não fossem os argentinos...
Bom, dia 3 em Buenos Aires. Acordei moída, cheia de dores nas pernas e pés. Fui a Calle Florida trocar dinheiro, e sabadão estava bem mais tranquilo. Depois fui ao tradicional bairro San Telmo, tipo a Vila Madalena deles. Ruinhas cheias de antiquários, quase tudo fechado. A Feria de San Telmo acontece só aos Domingos. Resolvi almoçar num restaurante recomendado, e barato. Mesinhas grudadas umas nas outras. Pedi uma parillada para una persona, com chorizo (linguiça), chinchulines (a tripa leiteira do Pantanal, que por sinal é melhor que a daqui, pois o sabor da daqui é de queijo velho), riñones (ecaaaaa) e bife de tira. Pedi uma salada verde pra acompanhar, e ela estava bem suja. Assim que não valeu o almoço, mas foi barato. Nas mesas ao lados, dezenas de portenhos apreciando garrafas de vinho tinto barato misturado com água com gás.
De lá resolvi ir ao Parque Lezamo. Uma boa caminhada... O parque nem é tão bonito, mas o destaque fica para a igreja Ortodoxa Russa. Bem típica da Rússia!
De lé decidi ir a La Boca, conhecer o Caminito. Mas as ruas foram ficando cada vez mais sujas... E me disseram umas señoras a quem pedi informação, que perto do porto era perigoso. Ainda bem que nem tinha levado a máquina hoje.
Finalmente cheguei ao Caminito. Um lugar interessante, mas tinha um festival rolando, estava absolutamente LOTADO... E meu humor já não era dos melhores, pois estava exausta. Depois de tomar um café num barco-bar no imundo porto do Mar del Plata, tomei um táxi e voltei pro albergue. Me dei conta de quanto tinha andado...
Descansei, fui à Internet e liguei no Navigator. Estava tudo ok, o cruzeiro tinha sido estendido por 2 dias, e eles estavam navegando ao redor das Bahamas. Então fui ao Cafe Tortoni, o mais tradicional de Buenos Aires. Lindo, decoração original do começo do século. Comi um sanduba, tomei um café (nunca na vida tomei tanto café num só fim de semana)...
Na volta pro albergue, chuva... A primeira. E fui terminar meu Finca El Portillo Malbec no albergue, assisitindo a cobertura do furacão Frances no Larry King. Que salada cultural.
No dia seguinte saí cedinho pra Mendoza. Mas aí é outra história.
Entretanto, com um café a cada esquina, podemos ver os portenhos lendo seu jornal e tomando seu café com medialunas - um tipo de croissant, típico - serido sempre com um copinho de água ao lado. Cafés excelentemente bem tirados, diga-se de passagem. E garçons empertigados, por todos os lados. E os cafés ou confiterias tem nomes Paris, Gardel, Piazolla, Espana, e por aí vai... Paris seria aqui se não fossem os argentinos...
Bom, dia 3 em Buenos Aires. Acordei moída, cheia de dores nas pernas e pés. Fui a Calle Florida trocar dinheiro, e sabadão estava bem mais tranquilo. Depois fui ao tradicional bairro San Telmo, tipo a Vila Madalena deles. Ruinhas cheias de antiquários, quase tudo fechado. A Feria de San Telmo acontece só aos Domingos. Resolvi almoçar num restaurante recomendado, e barato. Mesinhas grudadas umas nas outras. Pedi uma parillada para una persona, com chorizo (linguiça), chinchulines (a tripa leiteira do Pantanal, que por sinal é melhor que a daqui, pois o sabor da daqui é de queijo velho), riñones (ecaaaaa) e bife de tira. Pedi uma salada verde pra acompanhar, e ela estava bem suja. Assim que não valeu o almoço, mas foi barato. Nas mesas ao lados, dezenas de portenhos apreciando garrafas de vinho tinto barato misturado com água com gás.
De lá resolvi ir ao Parque Lezamo. Uma boa caminhada... O parque nem é tão bonito, mas o destaque fica para a igreja Ortodoxa Russa. Bem típica da Rússia!
De lé decidi ir a La Boca, conhecer o Caminito. Mas as ruas foram ficando cada vez mais sujas... E me disseram umas señoras a quem pedi informação, que perto do porto era perigoso. Ainda bem que nem tinha levado a máquina hoje.
Finalmente cheguei ao Caminito. Um lugar interessante, mas tinha um festival rolando, estava absolutamente LOTADO... E meu humor já não era dos melhores, pois estava exausta. Depois de tomar um café num barco-bar no imundo porto do Mar del Plata, tomei um táxi e voltei pro albergue. Me dei conta de quanto tinha andado...
Descansei, fui à Internet e liguei no Navigator. Estava tudo ok, o cruzeiro tinha sido estendido por 2 dias, e eles estavam navegando ao redor das Bahamas. Então fui ao Cafe Tortoni, o mais tradicional de Buenos Aires. Lindo, decoração original do começo do século. Comi um sanduba, tomei um café (nunca na vida tomei tanto café num só fim de semana)...
Na volta pro albergue, chuva... A primeira. E fui terminar meu Finca El Portillo Malbec no albergue, assisitindo a cobertura do furacão Frances no Larry King. Que salada cultural.
No dia seguinte saí cedinho pra Mendoza. Mas aí é outra história.
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