Pois é, estou em falta com este negócio aqui, mas a última vez que tentei escrever foi logo depois do Natal. Fiquei horas, a Internet saiu do ar e perdi tudo, que ódio. Bem, na verdade há um montão de coisas novas, mas todo mundo já deve saber a estas alturas, então farei curta uma longa estória.
Depois de um teretetê com um músico canadense muito legal, mas muito confuso, um moço irlandês (Leo) que trabalha na loja me "convidou pra sair", num dia que tinha uma festa enorme oferecida pelo departamento de bar, ou seja, euzinha nem precisava, mas me ofereci pra ajudar. Passei metade da noite fazendo caipirinha e mojito pra galera. Incendiou a festa, rapaz - e dá-lhe Pitu na galera. Bem, depois de convidar pra sair, a gente saiu, saiu e continuou saindo, até eu me mudar pra cabine dele. Felizmente o companheiro dele namora (a est
as alturas achamos que é namorava) uma gerente, que tinha a cabine só pra ela. Assim, por 6 semanas, tivemos uma cabine só nossa.
(eu e Leo)
Falando em cabine, quando a Blanca (a peruana) foi embora, mudou-se para minha cabine uma caribenha de St Vincent, muito chata, mal-humorada e que falava no telefone a noite toda, a Cornelia.
Depois de um teretetê com um músico canadense muito legal, mas muito confuso, um moço irlandês (Leo) que trabalha na loja me "convidou pra sair", num dia que tinha uma festa enorme oferecida pelo departamento de bar, ou seja, euzinha nem precisava, mas me ofereci pra ajudar. Passei metade da noite fazendo caipirinha e mojito pra galera. Incendiou a festa, rapaz - e dá-lhe Pitu na galera. Bem, depois de convidar pra sair, a gente saiu, saiu e continuou saindo, até eu me mudar pra cabine dele. Felizmente o companheiro dele namora (a est
as alturas achamos que é namorava) uma gerente, que tinha a cabine só pra ela. Assim, por 6 semanas, tivemos uma cabine só nossa.(eu e Leo)
Falando em cabine, quando a Blanca (a peruana) foi embora, mudou-se para minha cabine uma caribenha de St Vincent, muito chata, mal-humorada e que falava no telefone a noite toda, a Cornelia.
Nesse meio tempo, também teve um cruzeiro charter que era 100% gay. Foi o máximo, fora as demontraões de atraso e preconceito injustificado por parte da tripulação caribenha - em peso, até os passageiros comentavam como eles eram homofóbicos. Mas eu e a tripulação normal nos divertimos a beça, um grupo de gente divertida e inteligente - tinha bicha do mundo todo, não muitas l[esbicas (os gays dizem que as lésbicas não são muito divertidas!) As festas foram de chutar o pau da barraca, todas eram temáticas. A White Party na piscina foi um escândalo! Quanta bunda de fora! As festas acabavam lá pelas 5 da manhã e eles faziam o Bar Manager abrir a disco atá as 11 da manha. Pobre bar staff! E bem no meio disso tudo, minha roomie, a Cornelia, ficou doente com Norwalk virus - perdão pelo português, mas uma caganeira desgraçada. Por precaução, o médico me confinou por três dias numa cabine separada. Fiquei três dias trancada e sozinha - obviamente o Leo vinha me visitar escondido e trazia a cerveja - eu não estava nem doente, caramba! Era só precaução! Afinal, eu tava perdendo toda a diversão, só escutava o barulho das festas no Studio B, bem acima da cabine que eu estava... E os gays se foram. (White Party, pool deck - cruzeiro gay)

Então mudei pra cabine da Melissa, uma filipina muito gente boa, com mania de limpeza, e que namora meu colega Pradeep. Ele amou, pois eles tiveram a cabine só pra eles por seis semanas. Viu como tudo se acerta?
E tudo foi correndo de vento em popa, eu e Leo, Pradeep e Melissa... Pra ajudar, eu e Leo íamos sair de férias juntos, no mesmo dia. Ele deu uma indidretinha, e eu acabei fazendo o convite, "por que você não vem passar férias comigo no Brasil?". Ele não demorou em comprar a passagem e viemos.
E tudo foi correndo de vento em popa, eu e Leo, Pradeep e Melissa... Pra ajudar, eu e Leo íamos sair de férias juntos, no mesmo dia. Ele deu uma indidretinha, e eu acabei fazendo o convite, "por que você não vem passar férias comigo no Brasil?". Ele não demorou em comprar a passagem e viemos.
Por curtas duas semanas e meia. Passamos rapidão no Rio, um tourzinho básico pela cidade. E eu tinha que leva-lo no Maracanã, já que ele é maluco por futebol. Depois fomos pra Ilha Grande. Foi bárbaro.
E o Leo foi terminar suas longas férias na Irlanda. Eu fiquei aqui, morrendo de saudades, mas me preparando pra minha grande viajem pra California, San Francisco e Napa Valley. Fui aprofundar meus conhecimentos em vinho com dois cursos no The Culinary Institute of America, vulgo CIA.
E o Leo foi terminar suas longas férias na Irlanda. Eu fiquei aqui, morrendo de saudades, mas me preparando pra minha grande viajem pra California, San Francisco e Napa Valley. Fui aprofundar meus conhecimentos em vinho com dois cursos no The Culinary Institute of America, vulgo CIA.
(a sede do CIA em St. Helena; a sala de aula; meu passeio de balao pelo Napa Valley)


E agora me preparo pra voltar ao navio, dia 9 viajo e dia 11 embarco. Mas desta vez prometo escrever mais, nem que seja de pouquinho...