segunda-feira, agosto 30, 2010

Verão no chalé

Prometi contar sobre o último fim de semana no chalé... Mas não tem muito o que contar, tem mais o que mostrar, na verdade. E foram dois finais de semana, um em julho, em em agosto...

Em julho, pegamos um fim de semana de sol de lascar. Tomas, amigo do Lars, foi conosco, já que fazia muito tempo que não socializávamos com a tchurma. Na sexta, fizemos um churrasquinho, tomamos uma cervejinha, sabadão fomos pescar, pegamos um monte de peixe (um monte de sei e um bacalhau, pego por Tomas), e fomos churrasquear o peixe. Domingão voltamos mais cedo porque minha chefe pediu pra eu trabalhar, alguém tava doente...

Espetáculo de pôr-do-sol...

A baía onde o barquinho descansa...

Os mirtilinhos, ainda verdungos, ao passo que ano passado a essa altura já estavam bem maduros...
Aqui, framboesas polares - ou multebær - também verdes, mas por todos os lados. Eu sabia que a próxima vez que viéssemos já não encontraríamos nenhum...


Aqui o pedacinho de paraíso, encrustradinho no meio da floresta...

Domingo deu até dó de ir embora, o sol brilhava majestoso, e a temperatura era de 27 graus... Inédita esse ano... Na viagem de volta, a paisagem na estrada estava tão deslumbrante que eu saí fotografando... Fiz um pequeno slideshow pra mostrar esse nosso pedacinho tão abençoado.






Já o fim de semana retrasado foi diferente. Como se pode ver na foto acima, o tempo tava nublado. Chegamos para o tradicionalchurrasquinho de boas vindas a nós mesmos, rsrsrs. Sábado levantei cedo e me meti pelos matinhos pra colher mirtilos, enquanto ainda não estava muito quante e não haviam tantos mosquitos. Ledo engano, tava calor e tinha MUITO mosquito... MUITO!



"Nosso" fjord!



Meu segundo bacalhau tinha um caranguejinho na boca. Olho maior que a barriga, já tava de boca cheia, mas quis morder a isca mesmo assim!

O caranguejo que o bacalhau ia comer... Mas tava mortinho...




Gaivota-filhote esperando o lanche - as entranhas de peixe!
Outro pôr-de-sol de chorar...


Agora sim, mirtilinhos madurinhos!

E ela, a lua, que não via há alguns meses. Afinal, só agora é que voltamos a ter algumas horas de noite escura por dia...

E pra terminar, a mesma estrada que fica mara num dia de sol, com chuva e névoa...

Essa é a minha Noruega...


domingo, agosto 29, 2010

A espera do maior concerto da minha vida...

Não há como agradecer @ sujeit@ que teve a idéia dessa turnê em estádios noruegueses. A maior banda da Noruega (quiçá, do mundo, rsrsrs!) merecia isso. Sábado agora foi a vez de Bergen. Até São Pedro (ou seria Tor?) cooperou, e nem choveu - pra quem não sabe, diz-se por aqui que em Bergen chove quase todo dia, rsrsrs. 25 mil pessoas. Olha a situação do Brann Stadion minutos antes de o show começar...



A crítica anda rasgando seda pros rapazes, mas pelos vídeos, dá pra ver que esse é um a-ha que há muito não se via. Morten anda com a voz impecável, mesmo depois dos probleminhas que andou enfrentando desde o show em Brasília em março.

Butterfly, Butterfly (A Last Hurrah), acústica, foi outra excelente novidade.


O início do show pode ser visto através deste link (NRK Hordaland). E o finzinho de Move to Memphis, onde Morten e Mags tocam G-Guitars junto com Paulzão, é de matar... Falazério se o grau de sexycidade do Morten não tá igual ao do clipe de Move to Memphis, de 93 (o famoso comercial de shampoo, rsrsrs). Só que no clipe ele tava nos inta, agora nos 5enta...



Para o show de sexta que vem, em Tromsø, a cidade teve que bolar uma solução para evitar um blackout, já que não há suprimento de eletricidade suficiente pra ligar o palco! Colocaram uma unidade móvel antigamente usada numa mina... Imagina... E eu e Lars lá estaremos. Pagamos o hotel mais caro de nossas vidas (Tromsø tava fully booked há 4 meses, os trouxas aqui é que enrolaram pra reservar hotel...), já compramos as passagens, agora é correr pro abraço... Reportagens em breve!

domingo, agosto 22, 2010

Bacalhau e a-ha

Voltando de um fim de semana no chalé, quando pesquei finalmente 2 bacalhaus consideráveis, e colhi ao menos 1 kg de mirtilos. Escrevo mais sobre o fim de semana depois. A boa notícia é que a Renatinha linda, do Enquanto Isso em Boston, prontamente atendeu ao meu apelo e escaneou a matéria da Rolling Stone pra mim... Atendendo ao pedido da Daniela, vou traduzir e colocar aqui eventualmente...

Por hora, um gostinho do show do a-ha em Oslo, no estádio Ullevaal, com um palco de 1200 metros quadrados e um telão de 600 metros quadrados. Se é isso que me aguarda em Tromsø em duas semanas, tá valendo!

Olha que linda a versão acústica de Butterfly, e que o Morten, pra não perder o costume, precisava esquecer a letra... E um pianão de verdade pro Magão! Chorey!



Seemingly Non- Stop July, também acústica...



E fechando com Take on Me, claro, encerrando o que a imprensa está chamando de o maior concerto da história da Noruega, por causa da produção. 200 pessoas na equipe... Enfim, a atenção que eles mereciam...


quarta-feira, agosto 18, 2010

Depois de True Blood, nenhuma história de vampiro jamais será a mesma...

Depois da Katie Perry peladona, olha só o que revista americana Rolling Stone traz agora na capa...


Alguém tem uma aí pra me emprestar? Na verdade, a revista só sai amanhã, nas bancas americanas, e dia 20 na net, pra assinantes. Mas um trechinho da entrevista com o Alan Ball (traduzida livremente por mi, claro!) mostra a que ele veio, e porque essa série tão excelentemente escrita e produzida vicia tanto quanto V*.

" 'A idéia de vampiros celibatas é ridícula', diz o criador de True Blood Alan Ball. 'Para mim, vampiros são sexo', ele afirma. 'Eu não entendo uma história de vampiro sobre abstinência. Eu tenho 53 anos. Eu não me importo com adolescentes. Eu os acho irritantes e desinformados'. Em seu show, todo orifício disponível é usado pra sexo - gay, hetero, entre humanos e seres supernaturais, e seres sobrenaturais entre si, sejam eles lobisomens, cães ou um enorme minotauro chamado maenad (A Marianne da temporada passada, nota minha). Porém, nenhum sexo é tão bom quanto sexo com vampiros, que pode acontecer no inacreditável ritmo de 120 km por hora enquanto simultaneamente devorando um pescoço e fazendo seus olhos entrarem de volta em sua cabeça. Diz Stephen Moyer — que faz o papel de Bill Compton, o morto-vivo veterano da Guerra Civil americana — 'Se formos por uma linha básica, vampiros criam um buraco no pescoço onde antes não havia. É uma perda de virgindade - o rompimento do hímen, sangramento e depois a ingestão do sangue virginal. E existe uma protuberância, as presas, que estão penetrando e se movendo dentro da carne. Então é bem sexy. Eu acho que é isso que torna os vampiros tão atraentes'. Ele ri um pouco. 'Além disso, o Robert Pattinson é só gostosão, certo?"

Adorei o que o Ball falou sobre adolescentes, e adorei o tapinha com luva de pelica nos filmes CHAAAATOOOOOOSSSSS da série Crepúsculo. Quero ler a matéria toda, alguém aí me manda de presente? Renatinha, escaneia pra mim, príííííííssssss!

Me mooooooorde, Eric Northman, pode me morder à vontaaaadeeeeeeee! Bill também, se quiser...

*V é sangue de vampiro, usado por humanos como droga. Aumenta a libido, a força física do cidadão e ainda por cima é alucinógeno. Ainda não viu TB? Tá esperando o que?

segunda-feira, agosto 16, 2010

Um fim de semana de sol e surpresas em Oslo

Com uns 10 dias de atraso, lá vai.....

Finalmente havia chegado a hora de viajar pra Oslo pra assistir ao show de Leonard Cohen, um dos maiores letristas da história (pra mim), e passear um pouco.

Começou mal, pois nosso avião atrasou uma hora pra sair de Bodø. Chegamos em Gardermoen às 6 da tarde, pegamos o trem correndo às 6:15. Chegamos na estação central de Oslo pouco antes das sete, corremos feito loucos até o hotel. O show começava às 7:30... Pedimos pro recepcionista já pedir um taxi enquanto deixavamos a mala no quarto. O taxista que nos levou até riu, porque estávamos relativamente próximos ao Spektrum (umas 8 quadras) mas atrasadíssimos. No fim o show atrasou, e tivemos tempo de comprar ao menos uma água antes de nos prostrarmos nas cadeiras das últimas fileiras do Spektrum, lá no alto das alturas... E assim que entrou no palco, L. Cohen saluda a platéia: "Thank you friends for showing up tonight in large numbers, and climbing the heights to your seats!" (Obrigado amigos por comparecerem em grandes números e escalar as alturas até seus assentos). Não levei a máquina fotográfica por respeitar a proibição especificada no ingresso. Lá dentro tinha muita gente filmando. Procurei no Youtube, mas ainda não subiram os vídeos (se subirem, considerando que a média de idade da platéia era acima de 60 anos...). Por isso, usarei alguns vídeos do show de Malmö. UPDATE - a vovozada subiu os vídeos, e alguns usados na postagem são de fato do show em Oslo! Ueba!

O show foi maravilhoso, uma experiência única, da qual eu não me arrependo, mesmo tendo sentado tão longe do palco e visto o cantor do tamanho de um Playmobil... A voz do cara é tão poderosa quanto sempre foi, grave de tudo, e ele, do alto dos seus 76 anos, ainda manda muito bem. Até dançar ele dança. A banda dele é incrível, e a acústica do Spektrum estava excelente. Amamos... O show começou às quase 8 da noite. Às 9 e meia eles fizeram um intervalo de 15 minutos, e voltaram para tocar até depois de 11 e meia! Ele prometeu que daria tudo de si - e cumpriu.

Tower of Song - a música da volta do break, e ele, depois de fazer o solinho do teclado, agredeceu dizendo que era o drink que ele tomou no intervalo o responsável pelo solinho...



Halleluja - lá pelas tantas, ele toca a pérola, e eu me debulhei em lágrimas, não consegui me conter. E ninguém canta essa música como ele... (esse vídeo é de Malmö)



I'm your man - a primeira música do Cohen pela qual me apaixonei, lá pelos idos de 1995 lá em Cumuruxatiba, Bahia, na Barraca Porto Belo...



First We Take Manhattan - umas das saideiras, uma música que fez MUITO sucesso na Noeruga, onde Cohen é um Deus, como aprendi ontem com o marido de Carolina...



Pra quem quiser, mais vídeos do show aqui (If it be your will, com as Webb Sisters, liiiindooooooo) , aqui (Who by fire, também lindo!) e aqui (Everybody Knows, maravilhosa, mas de longe, assim como nós...)

Saímos do show extasiados, mas famintos e exaustos, portanto paramos no Seven Eleven da Karl Johan, um lugar não muito agradável num fim de semana à noite (prostitutas, bêbados, drogados, pedintes... Ufa!), compramos um lanchinho e fomos pro hotel. E o hotel tinha aquelas camas que reclinam com um controle remoto, coisa maravilhosa! Eu preciso de uma daquelas, agora, estoy enamorada! E já deixo aqui a recomendação... Indo à Oslo, fique neste hotel ( Clarion Collection Hotel Bastion)! Boa localização, café da manhã e jantar incluídos na diária, quarto agradável, que não tem cara de quarto de hotel, e as camas com controle, impagáveis!!!!

Depois de dormido o sono dos justos, acordamos para um sábado de muito, muito sol. E lá fomos nós de metrô pro museu do Munch. O lugar estava cheio, mas não lotadaço. Deu pra ver tudo com calma e até assistir filminhos sobre a vida do Munch (que eu não tinha conhecimento, além do Grito, eu não sabia nadica de nada sobre ele). Fora as telas do período Frieze of Life, entre as quais Vampiro, aí ao lado, mais me impressionou, as obras do período em que ele se mudou pra uma propriedade em Skøyen, onde morreu cercado de telas e nada mais, também me impressionaram muito. Depois de visitar a exposição, fomos comprar um poster na lojinha e tomar um delicioso Illy Cafe no divino café do museu, num jardim lindo. Foi uma manhã excelente. E como o tempo tava fabuloso mesmo, resolvemos ir até o Vigelandsparken, uma parte do Frognerparken que tem esculturas de Gustav Vigeland.

Nem preciso dizer que o lugar estava apinhado de gente... Lembrei de meu pai, em sua viagem à China, que escreveu que nunca imaginou fotografar tantas costas de chineses... Mas enfim, um dia de verão maravilhoso pros padrões nórdicos. Cachorros, bebês, turistas, aquela farofada toda. Mas o que mais me chamou a atenção (além das magníficas esculturas), foram os roseirais do parque. Absolutamente TODOS floridos, com rosas de toas as cores possíveis!!!




















Tantas flores, mas tantas flores, que até as balinhas que vieram na conta do café onde paramos pra uma providencial e refresante cervejita tinhas florzinnhas, que mimo!


Então tomamos o metrô de volta ao hotel, e foi só o tempo de eu dar uma refrescada e um jeito na cara e no cabelo (afinal, ia encontrar, além de Carolina e Márcia, a Nara, que tem um blog super bem humorado sobre moda e estilo. Eu não podia fazer feio, né!). Nara logo mandou uma mensagem que já estava em Aker Bryge. Caminhamos uns 10 minutos e foi partir pro abraço.

Engraçado que a gente encontra pela primeira vez uma pessoa que nunca viu, mas sente que já conhece, fica faltando um detalhe importante (já tinha conversado isso com Sonildes em Malmö), a voz!!! A gente ouve pela primeira vez a voz e o sotaque da pessoa!!! Mas foi uma beleza de tarde.

Nara e eu enroscamos no papo em português e por uma meia hora Lars ficou a ver navios, agarrado com sua cerveja. Então chegou Carolina, e a mesma surpresa não-surpresa... Era como encontrar uma velha amiga que não víamos a tempos.... Ah, os blogs tem um poder bem maior do que se imagina!

Quando decidimos mudar de lugar porque estávamos com fome e o bar que escolhemos não tinha o traguinho da Nara (porque ela é fina e exigente, rsrsrsrs), Márcia chegou. E puf, foi a terceira velha-nova amiga que pude abraçar naquele dia. Passamos literalmente HORAS tagarelando. Os maridos? Foram renegados a uma mesa separada (não porque fomos más assim com eles, mas porque era hora do rush em Aker Bryge e só tinham mesas separadas) e obrigados a se entrosar, pobrezinhos. No fim tudo deu certo. Quando Nara resolveu fazer a travessia de volta ao lar, mudamos de bar novamente. Só saímos de lá pelas 11 da noite. Adorei! Preciso repetir a dose!!!








Muierada, foi excelente! E Márcia, sua fofa, aquele pavê de chocolate estava tudo de bom! Comi na cama, com colherzinha de plástico, e sozinha, rsrsrsrs!

Bom, só pra terminar o fim de semana como começou, o vôo de volta era às 8 da manhã. Saímos sonados do hotel e largamos o poster do Munch no quarto. Até lembrei, mas não tinha como voltarmos pra trás. Tristeza, mas tudo bem, era só um papel. E tudo corria bem no vôo, até que, chegando em Bodø, o aeroporto estava encoberto por uma neblina grossa. O avião estava quase quase pousando , mas como avisibilidade era zero, ele arremeteu e subiu de novo. Apavorei, confesso... Pensamos que ele ia tentar pousar na outra pista, sentido leste. Mas não, ele ficou sobrevoando o aeroporto por uns 45 minutos, até que a neblina dissipasse, caso contrário teríamos que ir a Trondheim! Graças à Nossa Senhora dos passageiros presos pela neblina, o capitão consegui pousar... Ufa, que susta!!!

Aqui, a ilha de Landegode, completamente rodeada de neblina do mar... Não são nuvens, não...

E aqui, Bodø ao fundo, Fauske abaixo de nós. Olha a situação da neblina...

A surpresa boa? Ligamos no hotel em Oslo, conversamos com o recepcionista, perguntamos se era possível que enviassem o poster, e ele chegou ontem... Só na Noruega mesmo...

sábado, agosto 14, 2010

Nunca imaginei que um dia um vídeo clipe me traria às lágrimas...

Eu tô aqui na contagem regressiva pro show do a-ha em Tromsø em duas semanas... Quem acompanha este songelo bloguinho sabe que eu fico na cola deles com as notícias sobre a turnê e tudo o mais... Eu já sabia também que o vídeo de Butterfly, Butterfly (The Last Hurra) foi filmado mês passado na Inglaterra, e dirigido por Steve Barron, o mesmo diretor que fez o clipe de Take On Me, e vários outros vídeos icônicos do a-ha nos anos 80. Pois bem, hoje recebi um e-mail do site do a-ha, dizendo que o vídeo estreava hoje no MySpace. Fui assistir...

E a partir dos 35 segundos, não só não consegui mais conter as lágrimas, como chorei de soluçar. E de novo, pra quem não é fã, não faz diferença, provavelmente. Mas pra nós, fã-náticos de carteirinha, o vídeo trouxe o choro à tona... Mas olha só, quantas bandas desaparecem do mapa sem deixar rastros, ao passo que meus heróis vikings não só se deram ao trabalho de anunciar o fim, fazer uma puta turnê mundial de despedida, lançar edições remasterizadas e coletâneas, e ainda fazer uma música E um clipe de despedida?

Aprecie com moderação, esse vídeo traz convulsões de choro a todos os fãs... Traz cenas de alguns clipes dirigidos pelo Barron, além de Take on Me, Cry Wolf e The Sun Always Shines on TV. Traz as carinhas deles no início da carreira e agora, 25 anos depois... Chuif, chuif, chuiiiiiifffffffffffff.... E na hora do abraço, a minha casa alagou. Sem mais delongas, aí vai.


A-ha Butterfly, Butterfly (The Last Hurrah)

A-ha | MySpace-musikkvideoer


Here´s our last hurra..........

quarta-feira, agosto 11, 2010

"I reached inside myself today"

and tried to find the will to finish the post about last weekend in Oslo. Mas a coisa tá tão séria que nem o tradutor automático do meu cerebelo tá fununciando direito... Junta fota daqui, fota dali, e se eu fosse falar das horas que passei na agradabilíssima companhia de Nara, Márcia e Carolina, precisaria de uns 3 posts... Mas termino logo, prometo!

Por hora, lá vai mais a-ha, semana passada no Japão. Vídeo e áudio profissas pra TV japa... Os noruegueses mais desprezados por seus compatriotas, como aprendo a cada dia. Aqui na Noruega ninguém dá a menor pelota pra eles, e mesmo com o single Butterfly, Butterfly tocando toda hora (literalmente) nas rádios, os 6 concertos de estádio que começam por aqui em 2 semanas ainda não esgotaram! Inacreditável...



I reached inside myself today, thiking there´s got to be some way to keep my troubles distant... TOUCH MEEEEEEEEEEEEE, how can it be? Believe me, the sun always shines on tv....

segunda-feira, agosto 02, 2010

Um domingo de sol em Kjerringøy

Post originalmente escrito em 21 de julho, mas que só finalizei agora... Faz parte da história da visita da mama.
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Era o fim de semana que eu queria ter ido pra Trondheim. Ia visitar a Claudia e assistir o final da Copa na casa dela, caso o Brasil tivesse chegado lá. Não chegou, e depois de muito debate resolvemos adiar a viagem e ficar por aqui. Afinal, sábado, dia 10, era nosso aniversário de casamento... Comemoramos por aqui mesmo, com jantar e champagne...


No dia seguinte, levantamos e demos de cara com um baita sol. Então resolvemos ir passear em Kjerringøy. É uma península ao sul de Bodø, mas só há acesso de balsa. Lá ficam muitas fazendas (ovelhas e vacas) onde se fabrica muito queijo, além de um parque com construções do final do século XVIII, totalmente preservadas. Há a casa principal, a padaria, a casa de tear, a mercearia, o depósito de pescadores, estábulo, etc. Meia-hora de carro até a balsa, mais uma hora entre esperar a balsa voltar do lado de lá, embarcar e chegar ao destino final... O termômetro marcava impressionantes 18 graus. Mas o vento gelado, apesar do solão, nos fez passar um pouco de frio. Quando o vento dava uma pausa, estava agradável demais...

Eu e mama esperando a balsa e apreciando a paisagem e a temperatura de 16 gelados graus...

Não resisto a um carneirinho



O ponto preto é um inseto atropelado no para brisa do carro

Mama admirando o quadrinho bordado na fabulosa padaria onde eles assam tudo num forno bem antigo, e só usam matéria prima orgânica. Também vendem queijos, geléias e mel orgânicos...

A igrejinha de Kjerringøy - os cunhados casaram aí...

A entrada do museu a céu aberto...

As flores de plástico não morrem (parecem de plástico, tão perfeitas...)






E as onipresentes renas aqui no norte da Noruega - dessa vez em versão praiana, comendo alguinhas

Peixe seco. A diferença do bacalhau pra isso é que o bacalhau não é seco 100%, ao passo que esse peixe fica com zero de umidade. Ah, e é bacalhau também.

Lars e mama

O forno do século 18, igual ao que usam na padaria orgânica

Uma das muitas praias, em algumas alguns bravos norugas com as pernas enfiadas n´água.

Carneirinhos esperando o ônibus... (sim, isso é um ponto de ônibus)

E esse lindo domingo terminou com um belo guisado de rena, cozida no vinho tinto e mirtilos... E mais tarde, obviamente, o tempo mudou...