Seguindo a linha do tempo pra narrar os acontecimentos, mas dessa vez escrevo num post só, pois ando tão ocupada que dá vontade de chorar só de pensar.
Eu e Daniela no Glasshuset, um pequeno shopping no centro
No começo do mês, Daniela, do blog Dona Pedrinha, esteve de passagem por Bodø com o maridón. Vieram pra um casório, mas deu tempo de nos encontrarmos rapidamente na sexta. Pena que foi rápido, porque foi muito gostoso. Impressionante essa coisa de desvirtualizar amizades, na maioria das vezesas pessoas são exatamente como as imaginamos. Lars também curtiu. Levamos os dois pra uma mini-noitada na nossa pequena cidade, terminando com uns traguinhos no Picadilly, único pub (minúsculo) de Bodø. Pena que o tempo estava horrível, choveu e ventou muito naquele fim de semana, até o dia de eles irem embora, claro. No Domingo abriu o tempo, o sol saiu, e desde então não se escondeu mais!
Então, no fim de semana seguinte (que foi o passado), com um sol magnífico, os termômetros marcando 27 graus, catamos a caranga e nos mandamos pra Kjerringøy no sábado. Pra quem acha que não tem praia no Ártico (e eu já mostrei diversas vezes que há, e que são divinas!), dê uma apreciada nas fotos. Passamos o dia de camiseta e havaianas. Inclusive o Lars!
Daqui é preciso pegar uma balsa pro lado de lá, Kjerringøy é do lado de lá...
Esta balsa, diariamente das sete da manhã às onze e meia da noite.
Fjære é o nome da praia. que é uma espécie de reserva.
Deu uma vontade de mergulhar de cara! Mas a água é tão fria que doeu meus dedinhos do pé.
Kjerringøy é cheia de fazendas de ovelhas e vacas, muitas orgânicas, e também fazem muito queijo por ali.
E o café, que é dos donos da fazenda Kjerringøy, e tudo é orgânico, inclusive o refri que tomamos. Abaixo o almocinho orgânico delicioso!
E do lado de fora do café, em plena vila, as vaquinhas tranquilas... Conversei com ela e ela veio pertinho.
Água muito gelada, mesmo... Uma pena.
Depois de um dia desse, resolvemos que não íamos pra casa e ficar na frente da TV, com um baita sol da meia-noite lá fora. Então tomamos um banho e voltamos pra cidade à pé. Fomos tomar uma(s) cerveja(s) no Teltet, um bar ao ar livre bem no píer, depois comer mexilhões no Bryggeri Kaia, e de lá fomos ao Topp 13, o bar no topo do Hotel SAS, o mais alto da cidade, pra ver o sol da meia-noite (mas eram apenas 10 horas da noite!).
Do Topp 13
Do píer, no caminho de casa
E esse final de semana também está sendo de muito sol. Ontem aconteceu em Bodø uma corrida, e o hotel era um dos principais patrocinadores. Então lá fomos nós, 13 bravos funcionários, honrar o nome da casa. Nos inscrevemos pra 5 km. Na largada, a mulherada saiu correndo mesmo, e eu, Lena e Per Arne bravamente andamos todo o percurso. Fizemos os 5 km em 50 minutos, e provavelmente fomos os últimos da nossa categoria, mas o importante é participar. Um sol de matar, eu me lambuzei de protetor solar e lá fomos. E depois da corrida, fomos todos juntos comer pizza e tomar cerveja (pra recuperar as calorias gastas, claro). Terminamos a noite no Teltet de novo, e eu vim pra casa cedo. Tava bem cansada pra falar a verdade.
Hoje vou trabalhar mais tarde por umas horinhas. Contratei dois refugiados do Irã e agora preciso treiná-los. Então vou pra lá dar uma força com o ônibus do dia (no verão, todo dia recebemos turistas europeus a bordo de ônibus, uma loucura!)





























