Serei breve, pois tenho apenas 15 minutos para escrever este post.
Antes de chegar aqui no navio, havia pintado um inferno na minha cabeça, para me proteger. Ou seja, esperar o pior para não ter muita decepçãp depois. Quando cheguei aqui, vi que era tudo bem melhor. Lógico que no dia que cheguei já me fizeram trabalhar, mas esta é a dura realidade do navio. Minha companheira de quarto é filipina e trabalha comigo na cozinha. Boazinha a quietinha, só dorme.
No navio tem gente de tudo que é tipo. Na cozinha, dos piores. Muitos indianos, filipinos, e o resto jamaicano, dominicano, alguns latinos. Os garçons, com quem também tenho contato, são na maioria do leste europeu, indianos... Indiano é o que mais tem, tudo gente boa.
Trabalho no setor de saladas (PANTRY), que não é exatamente o que eu queria, mas já que estou aqui... Comecei bem, elesachamque sou rápida, e tem me dado a maior força. No meusetor, além da Agnes - a room mate - só tem indiano. Fora do meu setor, levo cantada o dia inteiro. Na cozinha só tem eu e a Agnes de mulher, e no deck 9, no buffet, tem uma jamaicana chamada Karen. E como eu sou carne nova E brasileira (a única no navio inteiro), aguenta... Já ouvi de tudo!
O bom de trabalhar numa Cia. americana é que eles dão proteção. Assédio sexual dá demissão na hora, basta você reclamar. Quando os caras passamdos limites com piadinhas ou algo assim, você diz " STOP!" e eles já somem. A sub-chefe é mulher (Chef Seidi), sueca, e nos damos muito bem. No próximo porto o Chef Executivo, um austríaco gordão, Michael, vai de férias, então Seidi assume.
O inlgês é um problema, poiscada nacionalidade tem um sotaque diferente - sul-africanos, australianos, ingleses, jamaicanos, indianos, os filipinos, os do leste europeu... Tem hora que dá nervoso.
Como já disse, a vida é muito dura, mas tem suas compensações. Tem prêmios e ações motivadoras o tempo todo. Na cabine tem televisão, vídeo-cassete e geladeira. Ontem era dia de pagamento e já recebi em cash por três dias de serviço (são pagos a cada duas semanas, mas como acabei dechegar...).
Ainda não fiquei enjoada e o navio saiu de Boston, e ficamos três dias no mar. É gostoso o balancinho para dormir a noite. E a última notícia, este navio tem 14 itinerários diferentes. Vamos fazer o Caribe, depois Europa, Canada e no ano que vem, Brasil....
Ultima curiosidade, pois ainda tenho três minutos... O navio é "ecológico", ou seja, nada é jogado no mar, a água é tratada antes de ser jogada, e o lixo ´que não pode ser incinerado a bordo (nem tão ecológico) é armazenado e depois desembarcado, com destino a reciclagem... Fiquei feliz com isso.
Quando tiver mais tempo contarei como foi o embarque e os primeiros dias de serviço...
Antes de chegar aqui no navio, havia pintado um inferno na minha cabeça, para me proteger. Ou seja, esperar o pior para não ter muita decepçãp depois. Quando cheguei aqui, vi que era tudo bem melhor. Lógico que no dia que cheguei já me fizeram trabalhar, mas esta é a dura realidade do navio. Minha companheira de quarto é filipina e trabalha comigo na cozinha. Boazinha a quietinha, só dorme.
No navio tem gente de tudo que é tipo. Na cozinha, dos piores. Muitos indianos, filipinos, e o resto jamaicano, dominicano, alguns latinos. Os garçons, com quem também tenho contato, são na maioria do leste europeu, indianos... Indiano é o que mais tem, tudo gente boa.
Trabalho no setor de saladas (PANTRY), que não é exatamente o que eu queria, mas já que estou aqui... Comecei bem, elesachamque sou rápida, e tem me dado a maior força. No meusetor, além da Agnes - a room mate - só tem indiano. Fora do meu setor, levo cantada o dia inteiro. Na cozinha só tem eu e a Agnes de mulher, e no deck 9, no buffet, tem uma jamaicana chamada Karen. E como eu sou carne nova E brasileira (a única no navio inteiro), aguenta... Já ouvi de tudo!
O bom de trabalhar numa Cia. americana é que eles dão proteção. Assédio sexual dá demissão na hora, basta você reclamar. Quando os caras passamdos limites com piadinhas ou algo assim, você diz " STOP!" e eles já somem. A sub-chefe é mulher (Chef Seidi), sueca, e nos damos muito bem. No próximo porto o Chef Executivo, um austríaco gordão, Michael, vai de férias, então Seidi assume.
O inlgês é um problema, poiscada nacionalidade tem um sotaque diferente - sul-africanos, australianos, ingleses, jamaicanos, indianos, os filipinos, os do leste europeu... Tem hora que dá nervoso.
Como já disse, a vida é muito dura, mas tem suas compensações. Tem prêmios e ações motivadoras o tempo todo. Na cabine tem televisão, vídeo-cassete e geladeira. Ontem era dia de pagamento e já recebi em cash por três dias de serviço (são pagos a cada duas semanas, mas como acabei dechegar...).
Ainda não fiquei enjoada e o navio saiu de Boston, e ficamos três dias no mar. É gostoso o balancinho para dormir a noite. E a última notícia, este navio tem 14 itinerários diferentes. Vamos fazer o Caribe, depois Europa, Canada e no ano que vem, Brasil....
Ultima curiosidade, pois ainda tenho três minutos... O navio é "ecológico", ou seja, nada é jogado no mar, a água é tratada antes de ser jogada, e o lixo ´que não pode ser incinerado a bordo (nem tão ecológico) é armazenado e depois desembarcado, com destino a reciclagem... Fiquei feliz com isso.
Quando tiver mais tempo contarei como foi o embarque e os primeiros dias de serviço...