Sexta passada chegamos à praia particular da Royal nas Bahamas - Coco Cay. Estava super cansada e tinha planejado ficar dormindo, mas minha roomie me convenceu, e nos juntamos a nosso colega Jose, mexicano. Lá fomos nós rumo a um mundo Disneylandia. Uma ilha pequena, mas suficiente para 3500 passageiros. Uma operação de guerra - na ilha existem as estruturas todas - restaurantes, bares, banheiros, etc. Mas tudo é montado depois que o navio chega - e de barquinho tender, porque não há píer. Coitados de nossos colegas do bar, a maioria os caribenhos, que estao acostumados.
Nós três fomos passear. Tomei uma horinha de sol, dei um mergulhão na água - gostosa - e depois voltei com Jose, deixando a Paula por lá. Mas foi regenerador. Já tinha ido a praia em Cozumel, mas este dia foi menos cansativo. Depois fui trabalhar.
Este cruzeiro - e provavelmente o próximo - estou no Cosmopolitan Club, bar de martinis, com jazz ao vivo toda noite, no deck 14, bem no Vicking Crown - marca registrada da Royal. É bom porque há janelas, então vejo tudo de lá de cima - especialmente a piscina. A gente se diverte! São muitas horas de trabalho, já estou exausta, mas foi excelente mudar de ambiente.
Quanto a grana, estes 15 dias serão melhores. Esta semana temos 600 venezuelanos endiabrados a bordo, com um pacote pré-pago de bebidas - open bar para eles. No primeiro dia tomaram umas 50 garrafas de Black Label, só onde eu perguntei. Juntando todos os bares, nem da para saber. O staff do bar está desesperado - estão dando uma bruta canseira na gente, e são corretores de seguro, gente finíssima, imagimem só....
Mas é só essa semana.
Semana passada abriram o rink de patinação no gelo, mas não deu vontade de ir - prefiro o crew bar! Sábado embarcou um brasileiro, trabalha no Youth Staff, mas ainda não nos conhecemos. Semana passada tambem encontrei a Mabel, que trabalhou comigo no Splendour, está aqui há duas semanas, e só nos vimos na sexta - pode???? Imagina que pequeno é o barco... Eu agora no deck 14 quase não vejo meus amigos - então tenho que ir ve-los no crew bar.
Arrumei um paquera húngaro, mas parece que é uma racinha dificl essa, muito Nazi. Por hora é só paquera mesmo. Minha amiga (chilena, óbvio) Jocelyn arrumou um namorado húngaro. Ele é garçon no Portofino, restaurante italiano, que os passageiros pagam à parte. Então a noite vou lá para pegar um espressinho.... Matar a saudade de café de verdade. E assim apareceu o cara. Mas ele é mais tímido que eu, então isso leva um bom tempo.
Por agora é só. Depois conto sobre a semana com esta nuvem de gafanhotos venezuelanos.
Não resisti
Há 14 anos
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