Eu sou fã da Apple, mas ainda não sou um dos milhões de usuários Mac. Sou um dos 250 milhões de possuidores de iPod e usuários de iTunes. Agora, eles estão lançando um brinquedinho novo. Recebi news letter no meu e-mail (sim, a meu pedido. Afinal, ensaio há tempos comprar um Mac, mas meu pobre Toshiba ainda tá dando no couro...).
Apresentando o iPad... Eu querooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Engraçado é que eu ainda não dou conta de toda essa tecnologia... Ainda acho estranho falar pelo Skype com vídeo. Mas fico fascinada de pensar na tecnologia do Leopard (tipo o Windows XP da Apple), onde dois usuários podem trocar de telae um trabalhar no computador do outro, tudo isso com vídeo e tals. Em contrapartida, sou a maior analfabeta digital em telefones celulares. Não dariaconta de usar tudo que é possível num smartphone.
O precinho inicial do i Pad nos EUA: a partir de $499 doletas... Que saudade de Miami, e de trabalhar em navio nessas horas...
Mudando de assunto, mais um filminho... Assistimos ontem a "Up in the Air", e adoramos. Primeiro, porque como tripulantes, eu e Lars temos em nós um cadinho da personagem do Clooney. Milhares de vôos, conexões, milhas e quartos de hotel. Sem contar o número de milhas náuticas, né? Eu cheguei a acumular mais de 80 mil milhas só de American Airlines, e quando pedi demissão da Royal, ao invés de comprar passagem, troquei por 40 mil milhas. Além da AA, coleciono milhas da United (Star Alliance) e da KLM/Air France. Isso porque as milhas da Air Canada e da South African Airways expiraram...
Então, aí já vem uma ligação com o Ryan. A segunda, a questão de viajar leve X viajar pesado... Estar acostumado a ir cortando a bagagem emocional - e isso é difícil de explicar pra quem não viveu na estrada, ou no mar, digamos assim. Ser um cidadão do mundo significa cortar as amarras, mesmo. Do contrário, é impossível. O sujeito vai passar a vida atracado num só lugar - o lugar onde as raízes estão. Faz sentido? (Eu conheci dezenas de pessoas que pularam num navio pra ir "dar a volta ao mundo", e dois meses depois estavam pedindo arrego e voltando correndo pra casa porque não aguentavam de saudade. Conheço outros que nem conseguiram arriscar sair das redondezas e da zona de conforto.)
Apesar de ser categorizado como drama, é uma comédia trágica. Arrancou várias risadas de nós, mas ao final nos deixou no limbo, como disse a Daniela em comentário ao post anterior. E é como terminam os filmes anteriores do Reitman. Eu adoro, porque fogem do clichêzão de ter que mostrar um final (seja ele triste ou feliz). Eu gostei bastante do filme. Acho difícil que seja um filme pra não se gostar de todo. A não ser que você não seja mesmo daqueles que caem no charme do Clooney. Ele faz papel dele mesmo, como o vem fazendo desde ER. E isso não mudará, e eu faço parte do time "I luv Clooney".
Apresentando o iPad... Eu querooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Engraçado é que eu ainda não dou conta de toda essa tecnologia... Ainda acho estranho falar pelo Skype com vídeo. Mas fico fascinada de pensar na tecnologia do Leopard (tipo o Windows XP da Apple), onde dois usuários podem trocar de telae um trabalhar no computador do outro, tudo isso com vídeo e tals. Em contrapartida, sou a maior analfabeta digital em telefones celulares. Não dariaconta de usar tudo que é possível num smartphone.
O precinho inicial do i Pad nos EUA: a partir de $499 doletas... Que saudade de Miami, e de trabalhar em navio nessas horas...
Mudando de assunto, mais um filminho... Assistimos ontem a "Up in the Air", e adoramos. Primeiro, porque como tripulantes, eu e Lars temos em nós um cadinho da personagem do Clooney. Milhares de vôos, conexões, milhas e quartos de hotel. Sem contar o número de milhas náuticas, né? Eu cheguei a acumular mais de 80 mil milhas só de American Airlines, e quando pedi demissão da Royal, ao invés de comprar passagem, troquei por 40 mil milhas. Além da AA, coleciono milhas da United (Star Alliance) e da KLM/Air France. Isso porque as milhas da Air Canada e da South African Airways expiraram...Então, aí já vem uma ligação com o Ryan. A segunda, a questão de viajar leve X viajar pesado... Estar acostumado a ir cortando a bagagem emocional - e isso é difícil de explicar pra quem não viveu na estrada, ou no mar, digamos assim. Ser um cidadão do mundo significa cortar as amarras, mesmo. Do contrário, é impossível. O sujeito vai passar a vida atracado num só lugar - o lugar onde as raízes estão. Faz sentido? (Eu conheci dezenas de pessoas que pularam num navio pra ir "dar a volta ao mundo", e dois meses depois estavam pedindo arrego e voltando correndo pra casa porque não aguentavam de saudade. Conheço outros que nem conseguiram arriscar sair das redondezas e da zona de conforto.)
Apesar de ser categorizado como drama, é uma comédia trágica. Arrancou várias risadas de nós, mas ao final nos deixou no limbo, como disse a Daniela em comentário ao post anterior. E é como terminam os filmes anteriores do Reitman. Eu adoro, porque fogem do clichêzão de ter que mostrar um final (seja ele triste ou feliz). Eu gostei bastante do filme. Acho difícil que seja um filme pra não se gostar de todo. A não ser que você não seja mesmo daqueles que caem no charme do Clooney. Ele faz papel dele mesmo, como o vem fazendo desde ER. E isso não mudará, e eu faço parte do time "I luv Clooney".





7 comentários:
Oi Camila,
Eu estava meio desanimada para ver esse filme, mas depois que li a resenha apaixonada da Lola pensei duas vezes. Decidi assistir...pronto. E até então só tenho lido críticas favoráveis. Mas depois que eu assistir a gente pode trocar mais figurinhas. Agora aquele filme "Onde Moram os Monstros" ou vivem...não lembro agora, eu tentei achar no Vuze mas não conseguir pra baixar. Você pode me dar a dica onde conseguiu baixar??
Grande abraço
Eu assisti Up in the air no festival de cinema que teve aqui em Oslo ano passado. Gostei bastante do filme, foi melhor do que eu estava esperando e o final foi imprevisível.
Beijo
Camilinha,
Olha aqui, eu não quero nem saber do enredo, de nada, só quero ver o Clooney tá sabendo!
Parece vinho, o danado, quanto mais velho, melhor!
Uma dica para vc ver em DVD, não perca são sensacionais:
- A Partida (filme japonês que ganhou o Oscar em 2009 de melhor filme estrangeiro)
- A Culpa é de Fidel (vc vai adorar a menininha e o irmãozinho franceses)
beijos cariocas
Márcia, te mandei um e-mail...
Carol, não é? Eu saquei o final. Quando ele bate à porta dela, disse pro Lars "Quer apostar que...?". Mas adorei, tanto quanto adoro os outros filmes do diretor. Amo filme imprevisível e com menos clichês que a média...
Beth, estão anotados, depois que assistir comento!
Fiquei morrendo de vontade de ver o filme, adoro Clooney.
Quanto a tecnologia... sou analfabetíssima, nem Ipod eu tenho, não sou muito adaptada a isso, vou pouco a pouco, e quando vou aderir a uma coisa, já tem trocentas novidades no mercado.
Semana passada 'aprendi' a ver filme no playstation 3 sem ter que meu marido ir lá colocar, coloquei entre aspas o aprendi porque já tinha aprendido ou pelo menos sido ensinada outras tantas vezes, mas aquele controle do playstation parece um monstro pra mim, me confunde toda, mas semana passada resolvi aceitá-lo e fazer a coisa sozinha, afinal eu já tinha outro monstro: o gelo.
Beijo
é muito engraçado, mas principalmente por ser a mais pura verdade! - http://www.youtube.com/watch?v=lQnT0zp8Ya4
Pois é, Lu, o gelo já é monstruoso o suficiente!
Tommy, depois que eu parei pra ler o que o tal aparelho faz de verdade, cheguei às mesmas conclusões que o Hitler!!! Esse tipo de brinquedinho é útil mesmo pra nego que vive de aeroporto/hotel pra aeroporto/hotel, como a personagem do Clooney em Up in the Air... Mas dei gargalhadas com o link, valeu!
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